A Cura

seu toque de piano no meu

braço

arrepiava até a barriga, eu

me curvava, jogava cabeluda meu pescoço nas

costas, sentir seu beijo eratumblr_nnaf6lPE451qdtnqko1_400

1 dança, você dava

até pausas

pra me ver grávida

dos seus olhos por

anos, foram anos

os (n)ossos. Na noite do primeiro beijo eu vi sumir o mundo de fora, ficou só

a gente

dentro da gente

e dentro 1 do outro, há quanto tempo não sinto essa

ânsia de Ajoelhar e dizer

– Vamos.

pra vida.

Apaixonar não é normal. Pessoas maravilhosas são maravilhosas

sozinhas, acompanhadas elas se tornam terríveis,

Combinar pessoas é tão importante quanto difícil para que o amor

fique bem.

O amor

marca a cara da gente como gado, na rua vejo

rostos e penso:

Esse aí

Amou demais. Você disse de dívidas,

não temos nenhuma. O seu me largar foi para amar a menina dos seus sonhos da época que não era mais eu e você

seguia sendo o homem dos meus sonhos da época. Acabou assim, egoisticamente.

Lembro

que não transávamos tanto, transamos 1 número que dá pra contar nos

dedos. Não me lembro de me mexer muito enquanto transávamos, eu ficava inerte

ao homem lindo em cima de mim enquanto você

fazia sexo com

meu nu.

Eu não sabia cavalgar, faltava

fôlego nas

coxas, eu lambia lento seu pau de cheiro

forte. Nosso sexo foi muito delicado quando você chupou meu cu pela primeira vez. Fui pra rua, depois,

sem você.

Nos despedimos. Um beijo, te

ligo

E eu sentindo que carregava um troféu na minha bunda, as bandas molhadas com a sua

baba, a calcinha

deslizando a cada passo, o jeans um jazz. Eu Caminhava

Como águia, as pessoas me olhando de cara tentando entender de onde vinha tanta pose, afinal.

Vinha do cu,

da sua língua no meu

cu, tem sexo que liberta

Das outras crises da vida prática. Me dei melhor com meus pais depois das suas lambidas, você cuspia no dedo e molhava

Minha calcinha com a mão

inteira. Desmaiei constantemente nos seus braços, não há dívida nenhuma entre nós. Você me mostrou o quanto

amar é aéreo, só não queria voltar no tempo pra sentir as

Dores que eu sentia, ontem

chorei de novo depois de termos nos falado por telefone

rapidamente pós tantos anos de fim de amor.

Não foi saudade. Tenho pouca saudade de você porque cê mora

em mim, te

visito. Chorei

de lembrar da cor

da dor. Te amar era cair no piso molhado do box do banheiro todo santo dia em cima da mesma perna que estava cada vez mais machucada, um

acúmulo com a culpa sendo minha por não saber aonde eu colocava o que eu sentia

por você.

Era difícil até pra respirar no tempo que meu amor era seu, as canções do rádio

eram jeitos de orar pra você.

Passou,

teu amor tinha o peso de uma pedra

teimosa. Tento ser mais eu, agora, usar menos o seu vocabulário. Os enamorados tem mania de dizer do mesmo jeito as coisas, a dor

Nasce daí e eu ainda uso

no fim das mensagens

teu hábito de escrever

beijobeijo.

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